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10 abr 2019

Soldado da PM morre em acidente de moto ao voltar do serviço em Lagoa Santa

Juliano Pedro Pereira da Silva, de 37 anos, havia acabado de deixar o serviço; PM irá apurar circunstâncias

Juliano era soltado e trabalhava na 179ª Cia, do 36º Batalhão da PM, em Vespasiano

Um policial militar de 37 anos morreu em decorrência de um acidente ao voltar do trabalho na madrugada desta quarta-feira (10) em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Juliano Pedro Pereira da Silva, de 37 anos, havia acabado de deixar o serviço e voltava para casa em sua moto Yamaha de cor roxa. Ele foi encontrado por um taxista, na rua Acadêmico Nilo Figueiredo, no bairro Santos Dumont II, já depois de ter se acidentado.

O taxista contou à PM que passava pelo local à 1h40 quando viu a moto caída. Em seguida, viu Juliano ferido, caído na pista contrária. A testemunha disse ainda que não era possível saber se havia outro veículo envolvido no acidente.

Um poste de iluminação pública estava com o rodapé danificado, o que pode indicar que a moto ou algum outro veículo colidiram contra a estrutura. A PM informou que há algumas câmeras de segurança nos arredores e que as imagens serão analisadas para apurar as circunstâncias da morte do militar.

O helicóptero Pegasus, da PM, foi ao local com urgência para socorrer Juliano. Ele chegou a ser levado para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, mas, por volta das 5h, faleceu em decorrência de um traumatismo craniano. Segundo a PM, ele também tinha fraturas por todo o corpo.

Juliano era soltado, lotado na 179ª Cia, do 36º Batalhão da PM, em Vespasiano, também na região metropolitana de BH.

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10 abr 2019

Demissões e cortes de serviços sociais marcam 100 dias do governo de Romeu Zema

O governador Romeu Zema completa, nesta quarta-feira, cem dias de governo com salários dos servidores parcelados, devendo os municípios, com possibilidade de sofrer um pedido de impeachment, relacionamento tenso com a Assembleia Legislativa (ALMG) e sem nenhum projeto aprovado na Casa, já que a reforma administrativa, primeiro texto enviado pelo governo, está parada, travando a pauta, até que o governo aceite as sugestões de parlamentares.

Ouça a reportagem completa com Edilene Lopes

Na ALMG, o líder da oposição, André Quintão (PT), disse que a proposta de reforma administrativa de Zema desorganiza o serviço público e não traz economia efetiva para o estado. “Economiza pouco e prejudica muito a população, desorganiza os serviços públicos, como por exemplo extinguindo a escola de saúde pública sem nenhuma motivação, sem nenhuma economia”, ressalta.

“Nós também estamos nos posicionando contra algumas medidas que estão indo contra as políticas públicas e a história, a cultura de Minas, como por exemplo, o corte de bolsas na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), o corte de recursos para Ciência e Tecnologia, a diminuição da escola em tempo integral, o fechamento da Rádio Inconfidência AM, o fechamento de postos de unidade de atendimento integrado, ou seja, são medidas que vão prejudicando o serviço público em Minas Gerais”, lista André Quintão.

Por falta de repasses na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), mais de 5 mil bolsas de pesquisas foram cortadas; na MGS, o governo confirmou que cerca de 20% dos funcionários da MGS que trabalham em 57 órgãos e entidades estaduais serão demitidos. Também por falta de repasses, o Hospital Mário Pena, referência em atendimento de câncer no estado, corre o risco de fechar.

O governo respondeu que foram deixadas dívidas pela gestão anterior e que todas as possibilidades para regularização estão sendo avaliadas.

Representantes da liderança e da vice-liderança de governo na assembleia foram, todos da base, foram procurados pela reportagem da Itatiaia para repercutir as declarações da oposição, inclusive o balanço de 100 dias, mas ainda não se pronunciaram.

Nesta quarta-feira, o governo vai divulgar um material com balanço dos três primeiros meses de trabalho, a princípio sem coletiva.

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10 abr 2019

Governo diz que vai reduzir preço do gás de cozinha em 50%

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, 9, que o governo vai reduzir o preço do gás de cozinha gradativamente no intervalo de dois anos. O corte deve chegar a 50% até 2021. Para conseguir a redução, segundo o ministro, é preciso quebrar o monopólio do refino e da distribuição.

Ao participar da 22ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, em Brasília, Guedes disse que o monopólio da Petrobras no refino do gás torna o preço do produto mais caro no Brasil. O ministro afirmou ainda que a solução para a falta de recursos vem do petróleo, especificamente da exploração da camada do pré-sal.

“Daqui a dois anos, o botijão de gás vai chegar na metade do preço na casa do trabalhador brasileiro. Vamos quebrar esses monopólios e vamos baixar o preço do gás e do petróleo com a competição”, disse Guedes.

Durante o evento, o ministro também defendeu a aprovação da reforma da Previdência, ressaltando que a reforma vai liberar recursos para os entes municipais. “Todos já sabemos que a reforma da Previdência é importante também para municípios e estados”, afirmou.

Ele disse ainda que o governo trabalha para unificar ainda este ano até cinco tributos e que se a mudança for efetivada a arrecadação será compartilhada com estados e municípios.

“Vamos baixar, simplificar, reduzir impostos para o Brasil crescer. É a reforma tributária. Primeiro, vamos pegar três, quatro, cinco impostos e fundir em um só. Vai chamar Imposto Único Federal”, disse Guedes que não detalhou quais seriam os impostos unificados.

O ministro também disse que vai trabalhar para que a maior parte da arrecadação dos recursos arrecadados no país fique com os municípios. “Hoje, 65% é da União, 35% de estados e municípios. No futuro, 70% tem que ser de estados e municípios. Mas não é daqui a vinte anos, é pra agora”, disse.

Fonte: Agência Brasil

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10 abr 2019
05 abr 2019

Bandido mais procurado de Minas pode delatar esquema milionário de soltura de presos

Bandido mais procurado de Minas Gerais, Luiz Henrique do Nascimento Vale, o Totó, pode fazer delação premiada sobre um esquema milionário de soltura de presos existente no estado. A informação foi dada à reportagem da Itatiaia por Fernando Magalhães, advogado de Totó, preso nessa quarta-feira (3) em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina. O criminoso chegará a Belo Horizonte na tarde desta quinta-feira.

Ouça as informações com Renato Rios Neto!

Fernando Magalhães disse à reportagem que pretende convencer o seu cliente a negociar uma delação premiada, já que ele tem como detalhar o funcionamento do esquema de corrupção no sistema. Fontes da Itatiaia afirmam que o próprio Totó teria pago R$ 600 mil para ‘fugir’ pela porta da frente da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH, onde estava preso em 2017.

O esquema de soltura já foi investigado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), inclusive com a prisão de alguns suspeitos, entre eles advogados, agentes penitenciários e policiais civis. Contudo, poucos detalhes da operação foram repassados à imprensa.

Crimes

Totó é acusado de liderar uma quadrilha com base no bairro Santa Cruz, na região Nordeste de Belo Horizonte, e apontado pela Polícia Civil como mentor e autor de dois assassinatos usando fuzil: o advogado Jayme Eulálio de Oliveira (em 2013 no Bairro Castelo), e o empresário Adriano Costa Vale (em fevereiro de 2018 no bairro Santa Cruz).

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05 abr 2019

Presidente Bolsonaro garantiu que a simetria entre os militares federais e os estaduais, será mantida com todos os direitos e prerrogativas de militares que todos nós somos.

Boa tarde a todos!
Muito ruído tem surgido nos últimos dois dias, causado principalmente por matéria veiculada pela folha de São Paulo, sobre a previdência dos militares estaduais ser encaminhada aos Estados, nos afastando do alinhamento com as forças armadas. Sobre o tema, tratativas calorosas na manhã de ontem 03/04, durante a reunião do Conselho Nacional dos Comandantes Gerais com o General Theófilo (Secretário Nacional de Segurança pública), gerou uma audiência hoje entre o mesmo, o ministro da Justiça e o Presidente Jair Bolsonaro. Acabamos de ser informados pelo Secretário Nacional, que o Presidente Bolsonaro garantiu que a simetria entre os militares federais e os estaduais, será mantida com todos os direitos e prerrogativas de militares que todos nós somos.
E mais, como passamos ao secretário nacional e este ao presidente, a animosidade que as tropas estaduais se encontram devido aos ruídos de informações, nas próximas horas
será feito pelo presidente uma live informando e tranquilizando a todos sobre as intenções governamentais.
Giovanne Gomes da Silva – Cel PM –
CMT GERAL.

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04 abr 2019

Jornalista da Globo é obrigado a pedir perdão após chamar policiais de ladrões

Jornalista da Globo é obrigado a pedir perdão após chamar policiais de ladrões

O jornalista Rodrigo Bocardi confundiu bandidos com policiais e acabou se vendo na obrigação de pedir perdão pelo equívoco em rede nacional. Tudo começou no Bom Dia Brasildesta quarta-feira (3), quando as imagens de um assalto em São Paulo circulavam na tela enquanto a direção falava pelo ponto eletrônico na Globo.

Ele fazia duas coisas ao mesmo tempo e ainda dava as informações, quando disparou: “Eu vou voltar com vocês daqui a pouco para vocês verem direitinho como foi esse assalto, no mínimo inusitado, que aconteceu aqui com os policiais invadindo a casa e roubando as pessoas que estavam transmitindo o programa pela internet”.

A notícia era sobre o assalto que aconteceu em uma rádio, quando assaltantes invadiram o estúdio e fizeram as pessoas de reféns, inclusive uma ex-famosa da Globo, e Rodrigo Bocardi acabou confundindo os bandidos, chamando-os, sem querer, de “policiais”.

Foi aí que, ao final do programa, ele fez o pedido de perdão: “Mais cedo, no jornal, quando eu tive aquele problema que a a gente não conseguiu exibir a reportagem ao vivo, falavam no meu ouvido: ‘Não está pronta’. Eu acabei cometendo um equívoco. Disse que policiais invadiram o lugar pra assaltar”.

“Obviamente, policiais chegaram depois dos ladrões. Desculpa, mais uma vez. Por um dia melhor para mim e um excelente para vocês, ai, ai, ai…”, lamentou. Vale lembrar que essa não é a primeira vez que ele se envolve em problemas com a polícia, já que no passado, foi até ameaçado de processo.

ENTENDA O CASO

O assalto aconteceu durante uma transmissão ao vivo pelo Facebook na rádio online SOT, enquanto a famosa cantora Grazzi Brasil, ex-cantora do The Voice Brasil (Globo), era entrevistada. Quando todos menos esperavam, bandidos armados entraram no local.

Eles invadiram o estúdio em São Paulo e levaram os celulares diante das câmeras, que transmitiam tudo ao vivo. No programa, estava ainda Pinha Presidente, ex-Exaltasamba, e a Miss São Paulo Plus Size, Tassiane Martins. Jocimar Martins e Ronaldo Brás são os apresentadores do programa e entraram em desespero.

O momento de terror aconteceu por volta de 21h, quando os dois homens renderam os profissionais e convidados, exigindo relógios, celulares e anéis, além do dinheiro que estava no estúdio. As pessoas que acompanhavam a live pelo Facebook também entraram em desespero com a situação de Grazzi Brasil.

Nos comentários, eles pediam para chamar a polícia e tentavam fazer alguma coisa, mas em vão. Por fim, a ex-integrante do programa da Globo deixou claro que estava tudo bem: “A todos que me mandaram mensagem, tô viva… [Para ficar] bem, ainda estou no processo, ainda estou meio…”.

Fonte: Tv Foco

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04 abr 2019
04 abr 2019
04 abr 2019

ALMG aprova título de cidadão mineiro para Hamilton Mourão, presidente Jair Bolsonaro e para o ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro.

ALMG aprova título de cidadão mineiro para Hamilton Mourão

O vice de Bolsonaro tem manifestado opiniões divergentes do presidente nas últimas semanas

Em meio às divergências públicas do vice-presidente Hamilton Mourão com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e outros integrantes do governo, os deputados estaduais mineiros aprovaram, na noite dessa terça-feira (2), uma homenagem ao general. Com isso, ele pode receber o título de cidadão honorário de Minas Gerais.

O requerimento pedindo ao governador Romeu Zema (NOVO) providências para conceder a honraria ao general, que tem ganhado os holofotes, foi aprovado na Comissão de Administração Pública da Assembleia.

O autor do pedido, deputado João Magalhães (MDB) afirmou que fez o pedido por estar gostando do trabalho do vice-presidente. “Ele é mais aberto ao diálogo. Aprovaram para o Sérgio Moro e para o Bolsonaro, então achei justo conceder para o Mourão também”, disse.

A mesma comissão já havia aprovado o pedido para conceder títulos de cidadão honorário para o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e para o ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro. Os pedidos foram do deputado Coronel Sandro, do PSL de Bolsonaro.

Mourão tem manifestado pensamentos diferentes de vários integrantes do governo. A última delas foi a negativa de que o nazismo foi um movimento de esquerda, conforme afirmativa feita pelo presidente Jair Bolsonaro em visita a Israel.

“De esquerda é o comunismo, não resta a menor dúvida”, afirmou Mourão nessa terça-feira.

Também nesta semana, Mourão deixou o governo em saia justa o dizer que o vídeo divulgado pelo Planalto dando conta de que não teria havido golpe militar tinha sido publicado por decisão de Bolsonaro. Depois recuou dizendo que o presidente deveria saber, mas que agora descobriu que ele não sabia.

Fonte: Jornal Estado de Minas

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